Como Quebrar Maldição

Como Quebrar Maldição?

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Neste post, quero mostrar para o leitor que muitas situações que vêm ocorrendo na nossa vida não são fruto do acaso, têm uma forte intervenção do mundo espiritual. Infelizmente, alguns não têm essa visão, não procuram ajuda, e cada dia mais a sua vida piora, e por mais que tentem fazer, de nada adianta. Temos obrigação de alertar o leitor que o inimigo fará todo o possível em tentar impedir que continue na leitura deste post.

Tentará fazer você desacreditar no que está sendo lido, ter medo, duvidar, perturbar a sua mente, dificultar a leitura, etc., pois ele sabe que quanto mais você tiver entendimento do mundo espiritual, melhor e mais bem preparado estará para enfrentá-lo. Diante dessa situação aconselhamos o leitor que faça uma oração inicial pedindo a Deus que lhe dê condições para compreender o que está lendo, dando força para levar a leitura até o final da leitura.

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O QUE É UMA MALDIÇÃO?

Podemos definir maldição pelo que está no dicionário do Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, como sendo: ato ou efeito de amaldiçoar ou maldizer alguém, declarar mau, praguejando contra, desgraça, infortúnio, calamidade. Pode-se dizer que maldição é algo desejado ou não a alguém, com a intenção de prejudicá-lo significativamente. Muitas vezes pessoas são amaldiçoadas pela ignorância de parentes ou entes que as amam e querem o bem dessas pessoas, consagrando-as a espí- ritos imundos, achando que estão fazendo o bem a elas. Por isso narrei que pode a maldi- ção não ser desejada, mas vem sobre determinadas pessoas.

COMO DETECTAR SE EXISTE MALDIÇÃO?

1- pela observação Dereck Prince lista algumas situações em que, estando presentes uma ou mais, existe grande probabilidade de a pessoa estar sob maldição: a) crise mental ou emocional b) enfermidades repetidas ou crônicas, especialmente se hereditárias c) esterilidade, tendência para abortar, problemas menstruais d) quebra de casamentos e alienação da família e) insuficiência financeira contínua f) predisposição a acidentes g) histórico de acidentes; mortes prematuras; mortes não naturais, na família Caso você venha a observar alguma dessas situações, deve suspeitar que a pessoa que as apresenta, ou você mesmo tenha uma maldição presente, mesmo que não se lembre de tê-la recebido. Muitas pessoas têm dificuldade de ler a Bíblia, ouvir louvores, bem como, dificuldade em receber oração pela presença do Espírito Santo, o que também pode indicar que elas estão sob influência de um espírito demoníaco ou mesmo debaixo de uma maldição. 2- pela entrevista Se o leitor faz ou quiser fazer parte de algum Ministério de Libertação, ao atender uma pessoa, sempre terá que entrevistá- la antes; nesse momento poderá reconhecer que ela pode estar sob alguma maldição. Por exemplo: a) se na entrevista você detectar que a pessoa fez ou faz parte, como membro de alguma seita ou sociedade secreta; b) pactos feitos pela pessoa ou por membros da família consagrando-os aos demônios. Rituais ocultos, organizações ocultas;

c) se lançou maldição contra alguém, pode essa maldição voltar-se para quem a lançou (Provérbios 26:2); d) observar se ela se auto-amaldiçoou; e) rebelar-se constantemente contra autoridades constituídas na sua vida, tais como: pais, professores, chefes, polí- cias, etc. Essa situação pode revelar que algumas dessas autoridades tenham lan- çado maldição sobre a vida dela (Romanos 13:1-4); f) às vezes a própria pessoa ao ser entrevistada já sabe que tem algum tipo de maldição e narra para você qual a maldi- ção, quando aconteceu e quem a lançou

TIPOS DE MALDIÇÃO:

1- maldição hereditária A Bíblia deixa bem claro no texto de Êxodo, 20:5, que diz: Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem. Hoje em dia, ainda temos notado grande resistência no meio cristão em aceitar esse tipo de situação. Muitos, talvez, caso você fale de maldição hereditária, vão rir, por não aceitarem. Não se preocupe, se isso acontecer com você, porque não será o primeiro e nem o último, pois já aconteceu e acontece várias vezes comigo.

Um dos maiores exemplos que podemos ver na Bíblia é de Davi e sua família, que está no livro de 2 Samuel 11: Davi teve desejo pela mulher de Urias, Bate-Seba, cometeu adultério com ela, após colocou Urias na frente do exército para combater, com a intenção de que ele morresse, e ocorreu o que queria: Urias morreu. Depois disso o que ocorreu? o filho, proveniente desse adultério, Deus o feriu e ele morreu (2 Samuel 12:15). Após esse fato, houve incesto por parte de Amnon quando possuiu Tamar, sua irmã; tendo posteriormente Absalão matado a seu irmão Amnon por esse fato. Observe que desgraça ocorreu nessa família. Primeiro foi Davi, que cometeu adultério e depois mandou um homem inocente para a morte a fim de se ver livre dele e poder ficar com a sua esposa. Depois houve, nessa mesma família, incesto; após, homicídio entre irmãos. Será que isso não é uma maldição familiar? Temos ainda na Bíblia outra maldição que Elizeu lançou sobre a vida de Geazi, pela sua cobiça e desonestidade em lidar com Namã (2 Reis 5:27). Portanto, a lepra de Naamã se pegará a ti e à tua descendência para sempre. Então, saiu de diante dele leproso, branco como a neve. É comum vermos hoje em dia inúmeras enfermidades vindas de bisavó para avó, para pai, tios, sobrinhos; a mesma doença vinda de geração em geração, sempre os familiares morrendo dessa enfermidade. Certa vez eu e Fábio, um dos líderes do curso de finanças da nossa igreja, fomos visitar uma família onde pudemos presenciar um claro exemplo de maldição hereditária. O fato é que, há aproximadamente uns 26 anos, uma determinada mãe, que daremos o nome de Maria, começou a perceber sintomas de forte emagrecimento, por razão de não conseguir alimentar-se pelas vias normais da garganta, devido a um progressivo afunilamento da passagem de alimentos, a ponto de não conseguir mais ingeri-los, enfraquecendo-se até morrer. Doença esta, não diagnosticada pelos médicos, apresentada como uma forma raríssima de enfermidade (uma hipótese seria que seu pai a teria transmitido, por meio de um vírus adquirido na segunda guerra mundial, de forma genética, no ato da concepção de “M”). Porém, o caso se caracterizou muito mais no aspecto espiritual do que no físico. É bom esclarecer que Maria trabalhava como enfermeira de um hospital, tendo todos os recursos à sua disposição, inclusive vários médicos, que trabalhavam nesse hospital, que tinham relacionamento profissional com ela, tentavam diagnosticar o seu problema. Alguns anos após a morte de Maria, que deixara três filhos pequenos, sendo o mais velho, Carlos, a do meio, Vera e o caçula, Lauro, os quais ficaram morando com a avó materna Joana, devido o pai ter assumido outra família. A referida doença começou a manifestar-se no seu filho primogênito, levando-o, de igual modo, a óbito, em pouco tempo de descoberta. Mas não pára por aí. Quando sua filha Vera chegara à faixa etá- ria de idade de Carlos, a doença, também, se manifestou nela, em período de tempo semelhante ao do irmão e da mãe, levando-a a óbito.

Após esses fatos ocorridos, o filho remanescente Lauro, que se dizia cristão, e que ainda estava muito novo, continuou morando com a avó, até chegar a certa idade, onde acabou arranjando uma companheira e, sem mesmo oficializar um enlace matrimonial, teve um filho (Eduardo) com ela. Quando a criança estava com pouco mais de 1 ano, a doença começou a se manifestar no pai (Lauro), coincidindo, também, com a faixa etária dos seus dois outros irmãos. Neste último caso, e durante o período em que a doença estava se manifestando, fui convidado pelo Fábio a ir com ele até ao local para orar por Lauro. Quando chegamos a  Francisco Carlos de Oliveira Jorge casa nos deparamos com uma situação muito crítica. Quando vimos Lauro, estava parecendo um esqueleto ambulante, só havia nele pele e osso, não falava mais nada, não se alimentava mais de comidas sólidas, apenas de líquidos e através de um canudo e mal conseguia andar. Na ocasião, eu e Fábio percebemos nitidamente que havia algo de errado naquele local. Estavam presentes conosco sua avó, de 83 anos, Lauro, seu filho e a esposa. Pedimos autorização para ungirmos a casa e quando estávamos orando e ungindo aquela residência sentimos, com clareza, a presença de demônios no local; o nosso corpo arrepiava a todo instante. A minha intenção, após ungir a casa, era orar por Lauro, entretanto, no momento que iria começar a oração, o Espírito Santo me dirigiu para que eu fizesse diferente, determinou que eu orasse pela avó de Lauro. Ao falar da minha intenção em orar pela avó, esta me respondeu que até poderia orar por ela, entretanto esclareceu que já havia aceitado Jesus, que frequentava igreja há vá- rios anos e já havia sido batizada.

Insisti assim mesmo, e ela permitiu que orasse. Logo que começamos a orar, houve imediatamente manifestação de espíritos imundos na avó, aos quais ordenamos, em nome de Jesus, que se pronunciassem sobre todos os vínculos e legalidades, porventura feitos por eles em algum momento de sua vida – não aconselho que faça entrevista com esses demô- nios, pois eles só proferem mentiras, a não ser que seja direcionado pelo Espírito Santo, o que ocorreu nesse caso. Assim, as entidades incorporadas começaram a pronunciar dizendo que a avó, no passado, quando Maria e seus irmãos ainda eram crianças, havia feito, juntamente com o seu marido, vários pactos, consagrando-os desde pequenos a várias entidades malignas, consagrando, ainda, com sangue, aquela residência onde moravam, a satanás e seus demônios, fazendo pactos com estes. Depois disso, foram expulsos os demônios daquela senhora, em nome de Jesus; e quando concluídas nossas.

Francisco Carlos de Oliveira Jorge orações, nos colocamos à disposição daquela família, dando-lhe um cartão com o nosso nome, telefone e endereço, caso quisessem e sentissem necessidade nos procurassem. Orientamos ainda da necessidade urgente de procurarem uma igreja e um pastor que desenvolvesse um ministério de libertação e desse continuidade àquilo que começamos, caso contrário iriam continuar com o mesmo problema e fatalmente iria ocorrer com Lauro o mesmo que aconteceu com a sua mãe e irmãos, ou seja, morreria. Mesmo aquelas pessoas presenciando tudo o que ocorreu e ouvindo tudo o que foi dito, e termos nos colocado à disposição delas, infelizmente não nos procuraram nem a outro pastor e igreja. O resultado foi justamente o que eu havia falado: alguns dias depois Lauro veio a falecer. Duas questões merecem destaque neste ponto. A primeira é: se essas vidas já haviam se entregado a Jesus realmente (inclusive a avó, conforme nos falou), como poderia persistir um processo de maldição, neste caso? A segunda questão, e a que mais nos preocupa, agora, é: será que o filho de Lauro, (Eduardo), sofrerá as mesmas consequências de uma materialização do pecado, na forma de uma doença desconhecida, conforme ocorreu com seus antecessores? A maldição hereditária não é somente na área de saúde, também vemos constantemente várias famílias se desintegrando devido ao adultério. Bisavós que se separaram por adultério ou tiveram vários amantes, passou para os avós, que também eram do mesmo jeito, depois foi para os seus pais, que também tinham ou têm diversos deslizes conjugais desta natureza. E agora isso acontece na sua família, com você. Será que é coincidência? É lógico que não.

Continuarei na próxima postagem.

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